São pequenos vasos que marcam o rosto de pessoas de pele clara, mais comumente no nariz, mas pode ocorrer em toda face.

Sendo uma área corporal muito exposta, um cartão de visita pessoal no sentido exato da palavra, a presença dessas pequenas veias pode causar muito constrangimento social.

Também são comuns em pessoas na 3ª idade porque, com a redução hormonal, a pele fica mais fina. A exposição solar também é um fator coadjuvante.

As teleangectasias de face não causam impacto algum na saúde, e o tratamento deve se restringir a necessidades estéticas. O fato de a drenagem sanguínea da face ir também para os vasos intercerebrais limita muito o uso da técnica clássica, com injeções de glicose ou espuma densa.

Das várias técnicas existentes, o laser tem sido a que oferece melhores resultados, por ser simples e fácil de ser feita. O efeito do laser nestes vasos é muito favorável, com uma resposta rápida e esteticamente boa.

O cuidado observado é uma pele sem bronzeamento, para evitar queimaduras. Isso ocorre porque o laser tem muita afinidade por melanina, limitando seu uso em peles morenas ou bronzeadas.

As sessões são rápidas, bem toleráveis, e o único cuidado é o uso de protetor solar nos primeiros sete dias. Um pouco diferente dos vasinhos das pernas, os do rosto são mais finos e por isso respondem de forma mais favorável ao tratamento, exigindo menor número de sessões e menor potência o que, consequentemente, torna o tratamento menos doloroso.

Quando for necessária nova sessão, ela deverá ser feita após 30 dias, para evitar excesso de trauma no local.

Por fim, outra característica relevante é que esses vasos faciais jamais evoluirão para varizes.